Tesouro Direto dispara e mercado teme inflação persistente
Alta das taxas dos títulos públicos indica que investidores passaram a precificar juros elevados por mais tempo, pressionados pelo cenário inflacionário e pelos riscos fiscais.
Conteúdo técnico para economistas e profissionais da área.
Alta das taxas dos títulos públicos indica que investidores passaram a precificar juros elevados por mais tempo, pressionados pelo cenário inflacionário e pelos riscos fiscais.
Inflação resistente, crescimento moderado e dívida pública em trajetória ascendente desenham um cenário de cautela para empresas, investidores e formuladores de políticas públicas.
Barômetro da OMC aponta desaceleração, enquanto conflitos geopolíticos e excesso de intervencionismo aumentam a incerteza para empresas e investidores. Indicador da OMC mostra perda de ritmo nas trocas internacionais e especialistas apontam que incertezas políticas e excesso de intervencionismo aumentam os riscos para 2026.
Após meses de forte entrada de recursos, investidores internacionais reduziram exposição ao Brasil. O movimento reflete mudanças no cenário global, a retomada do apetite por tecnologia e o aumento da concorrência dos títulos americanos.
Medida vai além da economia e reacende debate sobre competitividade, comércio internacional e geopolítica
Ex-ministro da Fazenda afirma que a estrutura criada pela Constituição ampliou a rigidez do gasto público e contribuiu para os desafios fiscais enfrentados pelo Brasil nas últimas décadas
Análise técnica do PIB do 1º trimestre de 2026 (1,1%). Entenda a relação entre o consumo das famílias, o hiato do produto positivo e o alerta do IPCA-15.
Indicador da FGV recuou em maio após duas altas consecutivas, mas a média trimestral ainda aponta um ambiente de cautela para investimentos, consumo e decisões empresariais.
O IPCA-15 de maio subiu acima do esperado e reforçou o alerta do mercado sobre a inflação no Brasil. O avanço dos preços, principalmente dos alimentos, aumentou a preocupação com juros altos por mais tempo. O cenário também acende o temor de novos impactos econômicos nos próximos meses.
Os gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,3 bilhões em abril, alta de 34,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando totalizaram US$ 1,7 bilhão.
O mercado reagiu positivamente ao avanço das negociações entre EUA e Irã e à possibilidade de normalização no Estreito de Ormuz, rota essencial para o transporte global de petróleo. A expectativa de redução das tensões geopolíticas pressionou a queda no preço do barril.
Inflação das famílias de baixa renda subiu para 0,92% em abril, segundo o Ipea. Demais faixas tiveram desaceleração no período.